sábado, 25 de setembro de 2010

OLHAR..

Somos um reflexo vivo do que pensamos e sentimos! A energia que emanamos é um reflexo do que há dentro de nosso ser; se carregamos dúvidas, ressentimentos, mágoas, tristeza e até mesmo raiva, tudo isso se reflete em nosso olhar.

Quando olhamos para uma pessoa sentimos de imediato em seus olhos o reflexo de sua alma, por mais que tentemos disfarçar o que de fato estamos sentindo, em nosso olhar está tudo estampado.
Os componentes fundamentais do equilíbrio emocional são o amor-próprio e a sua resistência frente a fatores e acontecimentos externos.
Eles lhe levarão rumo a relacionamentos saudáveis e a obter o máximo de satisfação em seu trabalho. Com uma nova forma de viver, você desenvolverá a sua criatividade, intuição e espiritualidade.
O equilíbrio emocional é fundamental para que você curta a vida em todos os seus aspectos mais amplos.
Desta forma, você enxergará a vida com prazer, sentirá uma ligação de alma com o Universo, sentirá que faz parte de um todo maior e que sua vida pode ser direcionada, sem necessidade de controle e esforço pessoal.Se a sua vida não está caminhando da forma como você deseja, tenha absoluta certeza que você não está no seu equilíbrio pessoal pleno.
Situações e pessoas que lhe fazem mal podem ter que deixar de fazer parte de sua vida, mas para que haja essa mudança é fundamental que você decrete isso para si mesmo e decida viver de uma forma diferenciada rumo ao equilíbrio emocional. Estar no seu equilíbrio emocional significa acima de tudo descobrir o bem-estar em todas as situações de sua vida, significa entender e seguir o fluxo natural e tirar o melhor de cada situação.
Significa aceitar e procurar ajudar para modificar o que não deseja mais e com isso entrar em harmonia com o seu próprio ritmo.
Permitirá desta forma que a Ordem Divina faça parte de sua vida e com isso se integrará ao Universo permitindo que o que lhe é reservado aconteça de fato!
Somos responsáveis por nossa vida, e se ela não anda da forma que se deseja, só depende de você a decisão de modificá-la!

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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

OBRIGADO AOS VISITANTES DE PORTUGAL E GERMÂNIA, SEJAM BEM VINDOS AO MEU BLOG.

MEDO DE SER FELIZ!!!


Por que será que buscamos tanto a Felicidade, mas nunca estamos contentes com o que temos? O tempo vai passando e você sempre achando que era feliz. Sempre no passado nunca no presente. A busca constante pelo futuro não nos permite ver que, na realidade, só o momento atual é o que importa, porque é ele que determina o que seremos lá na frente. As decisões do passado já tiveram suas conseqüências e o importante agora é não fazer o mesmo no presente pra evitar futuras frustrações.



È engraçado como a vida tem sido gentil com muitos de nós, mas parece que fazemos o possível para não vermos essas pequenas bênçãos. Só o fato de termos um teto, apoio da família e comida já seria o suficiente pra levar a vida numa boa, mas acho que acostumamos com a idéia de sempre reclamar, sempre acharmos que a vida do outro é mais fácil. Porém, o que fazemos para mudar o nosso destino? Nada! Esperamos sempre que as coisas aconteçam de maneira inesperada, e se não saem como esperamos, lá vamos nós novamente reclamar!


É claro que existem pessoas batalhadoras que agradecem tudo o que têm, e que estão em busca constante pelo sucesso pessoal e profissional. Tiro o chapéu pra essas pessoas que não se deixam abater por nada. Que já estiveram no fundo do poço como muitos, mas que ao invés de esperarem por algo que talvez não venha acontecer nunca e ficarem de braços cruzados, elas optaram por arregaçar as mangas e seguir enfrente. Se não arriscarmos coisas grandiosas não saberemos nunca o gostinho da vitória. É claro que na vida existem perdas e ganhos, mas se com medo do fracasso você desistir de seguir adiante, mesmo sem querer você já esta condenado ao mesmo.


Mas como dominar o medo, esse sentimento opressor que nos faz ficar anestesiados no mesmo lugar sempre? O segredo está dentro de cada um de nós. Cada pessoa é única e tem um jeito diferente de enfrentar situações difíceis. Uns se entregam ao choro. Não que isso não seja errado, pois o pranto lava a alma, e quando a angústia passar verá que o problema nem era tão grande assim. Outros preferem passar por cima fingirem que nada aconteceu. Vão ocupando a mente com outras coisas e quando se dão conta, o problema já foi solucionado ou pelo menos não machuca mais como no começo.


Deus deixou algo maravilhoso para nós, que é o amor ao próximo. Devemos sempre dividir nossos anseios, medos e também felicidade com outras pessoas. O fardo fica mais leve quando compartilhado. Às vezes um abraço amigo consegue chegar onde as palavras não alcançam: no coração. Por isso, doa-se e não tenha medo de ir adiante. Na pior das hipóteses você sabe que existem pessoas com quem contar. E saiba ouvir os problemas dos outros. O que parece ser tão fácil pra você, talvez não seja para o outro, e um dia você também precisará de apoio. Quase nunca recebemos da mesma pessoa, mas nunca ficamos sozinhos no mundo. Há sempre uma mão amiga pra nos consolar.


Acreditem que tudo é possível. Não existem dificuldades quando o céu é o limite. Permita-se sonhar. Dê-se uma chance. Não importa o que os outros vão dizer. Afinal, nem Deus pôde agradar a todos. Lute por mais distante e impossível que pareçam ser seus ideais. Sonhar não custa nada, mas tirar o pé do chão exige esforço, fé e muita dedicação. Só você mesmo pode mudar o seu mundo interior e isso refletirá em você aqui fora. Lembre-se que viver com medo é o mesmo que viver pela metade…
Autora: Joyce Fidelis dos Santos (Rochinha)

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

EQUILÍBRIO

Para o alcançarmos,

temos que ser, muitas vezes,
malabaristas!.
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Código de Ética dos Índios Norte-Americanos


                                Levante com o Sol para orar.
Ore sozinho. Ore com freqüência.
O Grande Espírito o escutará, se você ao menos, falar.
Seja tolerante com aqueles que estão perdidos no caminho.
A ignorância, o convencimento, a raiva, o ciúme e a avareza, originam-se de uma alma perdida.
Ore para que eles encontrem o caminho do Grande Espírito.
Procure conhecer-se, por si mesmo.
Não permita que outros façam seu caminho por você.
É sua estrada, e somente sua.
Outros podem andar ao seu lado, mas ninguém pode andar por você.
Trate os convidados em seu lar com muita consideração.
Sirva-os o melhor alimento, a melhor cama e trate-os com respeito e honra.
Não tome o que não é seu.
Seja de uma pessoa, da comunidade, da natureza, ou da cultura.
Se não lhe foi dado, não é seu.
Respeite todas as coisas que foram colocadas sobre a Terra.
Sejam elas pessoas, plantas ou animais.
Respeite os pensamentos, desejos e palavras das pessoas.
Nunca interrompa os outros nem ridicularize, nem rudemente os imite.
Permita a cada pessoa o direito da expressão pessoal.
Nunca fale dos outros de uma maneira má.
A energia negativa que você colocar para fora no universo, voltará multiplicada a você.
Todas as pessoas cometem erros.
E todos os erros podem ser perdoados.
Pensamentos maus causam doenças da mente, do corpo e do espírito.
Pratique o otimismo.
A natureza não é para nós, ela é uma parte de nós.
Toda a natureza faz parte da nossa família Terrenal.
As crianças são as sementes do nosso futuro.
Plante amor nos seus corações e ágüe com sabedoria e lições da vida.
Quando forem crescidos, dê-lhes espaço para que cresçam.
Evite machucar os corações das pessoas.
O veneno da dor causada a outros, retornará a você.
Seja sincero e verdadeiro em todas as situações.
A honestidade é o grande teste para a nossa herança do universo.
Mantenha-se equilibrado. Seu corpo Espiritual, seu corpo Mental, seu corpo Emocional e seu corpo Físico: todos necessitam ser fortes, puros e saudáveis.
Trabalhe o seu corpo Físico para fortalecer o seu corpo Mental.
Enriqueça o seu corpo Espiritual para curar o seu corpo Emocional.
Comece sendo verdadeiro consigo mesmo.
Se você não puder nutrir e ajudar a si mesmo, você não poderá nutrir e ajudar os outros.
Respeite outras crenças religiosas.
Não force suas crenças sobre os outros.
Compartilhe sua boa fortuna com os outros.
Participe com caridade.

Autor: Conselho Indígena Intertribal Norte Americano

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

"Sou inteligente o bastante para saber que rostos bonitos envelhecem na mesma proporção que outros mais belos nascem a cada dia.
Por isso não me ame pela beleza pois um dia ela acaba.
Não me ame por admiração, pois um dia você pode se decepcionar."
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Hoje eu queria escrever alguma coisa diferente, algo gostoso que não seja triste, como vejo que é o que mais tenho escrito por aqui, lendo um site que conheci a pouco tempo, li uma história linda...linda...linda....fiquei arrepiada...leia vale a pena. Este texto mostra o valor da nossa educação de nossa atitudes para com o próximo e que quando isso fazemos não sabemos o quanto podemos estar marcando estas pessoas a qual recebe, o segredo estando na simplicidade...na simpatia...Quando precisamos de algo ou alguém sabemos o valor que estas pessoas tem para nós o que não podemos saber é valor que temos pra elas..é tão maravilhoso quando acaba recebendo e sem saber contribuindo para o bem.
Estou sem palavras...
A história e muito linda vale a pena ler....O autor é desconhecido....
De coração.....

A marca que você deixa nas pessoas.....

Quando eu era criança, bem novinho, meu pai comprou o primeiro telefone da nossa vizinhança. Eu ainda me lembro daquele aparelho preto e brilhante que ficava na cômoda da sala.
Eu era muito pequeno para alcançar o telefone, mas ficava ouvindo fascinado enquanto minha mãe falava com alguém.Então, um dia eu descobri que dentro daquele objeto maravilhoso morava uma pessoa legal. O nome dela era "Uma informação, por favor" e não havia nada que ela não soubesse.
"Uma informação, por favor" poderia fornecer qualquer número de telefone e até a hora certa.
Minha primeira experiência pessoal com esse gênio-na-garrafa veio num dia em que minha mãe estava fora, na casa de um vizinho.
Eu estava na garagem mexendo na caixa de ferramentas quando bati em meu dedo com um martelo. A dor era terrível mas não havia motivo para chorar, uma vez que não tinha ninguém em casa para me oferecer a sua simpatia. Eu andava pela casa, chupando o dedo dolorido até que pensei:
-O telefone!
Rapidamente fui até o porão, peguei uma pequena escada que coloquei em frente a cômoda da sala. Subi na escada, tirei o fone do gancho e segurei contra o ouvido. Alguém atendeu e eu disse:
- "Uma informação, por favor".
Ouvi uns dois ou três cliques e uma voz suave e nítida falou em meu ouvido.
- "Informações".
- "Eu machuquei meu dedo...", disse, e as lágrimas vieram facilmente, agora que eu tinha audiência.
-"A sua mãe não esta em casa?", ela perguntou.
-"Não tem ninguém aqui...", eu soluçava.
-"Está sangrando?"
-"Não", respondi.
- "Eu machuquei o dedo com o martelo, mas tá doendo..."
-"Você consegue abrir o congelador?", ela perguntou.
Eu respondi que sim.
-"Então, pegue um cubo de gelo e passe no seu dedo", disse a voz.
Depois daquele dia, eu ligava para "Uma informação, por favor" por qualquer motivo.
Ela me ajudou com as minhas dúvidas de geografia e me ensinou onde ficava a Philadelphia.
Ela me ajudou com os exercícios de matemática.
Ela me ensinou que o pequeno esquilo que eu trouxe do bosque deveria comer nozes e frutinhas.
Então, um dia, Petey, meu canário, morreu.
Eu liguei para "Uma informação, por favor" e contei o ocorrido.
Ela escutou e começou a falar aquelas coisas que se dizem para uma criança que está crescendo. Mas eu estava inconsolável. Eu perguntava:
-"Por que é que os passarinhos cantam tão lindamente e trazem tanta alegria pra gente para, no fim, acabar como um monte de penas no fundo de uma gaiola?"
Ela deve ter compreendido a minha preocupação, porque acrescentou mansamente:
-"Paul, sempre lembre que existem outros mundos onde a gente pode cantar também..."
De alguma maneira, depois disso eu me senti melhor.
No outro dia, lá estava eu de novo.-"Informações", disse a voz já tão familiar.
-"Você sabe como se escreve exceção?"
Tudo isso aconteceu na minha cidade natal ao norte do Pacífico.
Quando eu tinha 9 anos, nós nos mudamos para Boston. Eu sentia muita falta da minha amiga. "Uma informação, por favor" pertencia aquele velho aparelho telefônico preto e eu não sentia nenhuma atração pelo nosso novo aparelho telefônico branquinho que ficava na nova cômoda na nova sala.
Conforme eu crescia, as lembranças daquelas conversas infantis nunca saiam da minha memória. Freqüentemente, em momentos de dúvida ou perplexidade, eu tentava recuperar o sentimento calmo de segurança que eu tinha naquele tempo.
Hoje eu entendo como ela era paciente, compreensiva e gentil ao perder tempo atendendo as ligações de um menininho.
Alguns anos depois, quando estava indo para a faculdade, meu avião teve uma escala em Seattle. Eu teria mais ou menos meia hora entre os dois vôos.
Falei ao telefone com minha irmã, que morava lá, por 15 minutos.
Então, sem nem mesmo sentir que estava fazendo isso, disquei o número da operadora daquela minha cidade natal e pedi:
-"Uma informação, por favor".
Como num milagre, eu ouvi a mesma voz doce e clara que conhecia tão bem, dizendo:
-"Informações".
Eu não tinha planejado isso, mas me peguei perguntando:
-"Você sabe como se escreve exceção?"
Houve uma longa pausa.
Então, veio uma resposta suave:
-"Eu acho que o seu dedo já melhorou, Paul".
Eu ri.
"Então, é você mesma!", eu disse.
"Você não imagina como era importante para mim naquele tempo".
- "Eu imagino", ela disse.
-"E você não sabe o quanto significavam para mim aquelas ligações.
Eu não tenho filhos e ficava esperando todos os dias que você ligasse"
Eu contei para ela o quanto pensei nela todos esses anos e perguntei se poderia visitá-la quando fosse encontrar a minha irmã.
-"É claro!", ela respondeu.
-"Venha até aqui e chame a Sally".
Três meses depois eu fui a Seattle visitar minha irmã.
Quando liguei, uma voz diferente respondeu:
-"Informações".
Eu pedi para chamar a Sally.
-"Você é amigo dela?", a voz perguntou.
-"Sou, um velho amigo. O meu nome é Paul".
- "Eu sinto muito, mas a Sally estava trabalhando aqui apenas meio período porque estava doente. Infelizmente, ela morreu há cinco semanas".
Antes que eu pudesse desligar, a voz perguntou:
- "Espere um pouco. Você disse que o seu nome é Paul?"
- "Sim."-
"A Sally deixou uma mensagem para você.
Ela escreveu e pediu para eu guardar caso você ligasse.
Eu vou ler pra você".
A mensagem dizia:
" Diga a ele que eu ainda acredito que existem outros mundos onde a gente pode cantar também. Ele vai entender."
Eu agradeci e desliguei.
Eu entendi...
Autor Desconhecido