segunda-feira, 10 de janeiro de 2011


das perdas

Sempre acreditei que as pessoas são como os espaços.
Quando os deixamos por um determinado tempo
deixam de nos pertencer,no sentido em que deixam de sentir a nossa presença.
A falta de um espaço ou de uma pessoa
pode permanecer sempre em nós, sob a forma de saudade ou,
pode transformar-se em indiferença,(quando nos habituamos a conviver com ela.)
Não tenho medo de perder aquilo que nunca me pertenceu
mas tenho horror de perder aquilo que em dias, noites,
instantes, momentos... julguei ser meu,
por fazer de mim uma pessoa FELIZ.
Acredito, como Miguel Sousa tavares
"que nada do que é importante se perde verdadeiramente"
porque "apenas nos iludimos julgando ser donos das coisas,
dos instantes e dos outros".Como ele, ...talvez..., eu "não perdi nada,apenas a ilusão de que tudo poderia ser meu para sempre".

EU VOLTEIII!!!! VOLTEI PARA FICAR, POR QUE AQUI É O MEU LUGARRR...

MINHAS AMIGAS SPECYALLYS ESTOU DE VOLTA E NÃO AS ABANDONAREI MAIS.
MUITOS MOTIVOS LEVOU A ESTE AFASTAMENTO, MAIS AGORA ESTOU COM AS FORÇAS RENOVADAS PARA INICIAR UMA NOVA ETAPA EM MINHA VIDA, JUNTO COM VOCES... SUPER BEIJO.







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PERGUNTAS
Quantas vezes você andava na rua e sentiu um perfume e lembrou de alguém que gosta muito?

Quantas vezes você olhou para uma paisagem em uma foto, e não se imaginou lá com alguém...

Quantas vezes você estava do lado de alguém, e sua cabeça não estava ali?

Alguma vez você já se arrependeu de algo que falou dois segundos depois de ter falado?

Você deve ter visto que aquele filme, que vocês dois viram juntos no cinema, vai passar na TV...

E você gelou porque o bom daquele momento já passou...

E aquela música que você não gosta de ouvir porque lembra algo ou alguém que você quer esquecer mas não consegue?

Não teve aquele dia em que tudo deu errado, mas que no finzinho aconteceu algo maravilhoso?

E aquele dia em que tudo deu certo, exceto pelo final que estragou tudo?

Você já chorou por que lembrou de alguém que amava e não pôde dizer isso para essa pessoa?

Você já reencontrou um grande amor do passado e viu que ele mudou?

Para essas perguntas existem muitas respostas...

Mas o importante sobre elas não é a resposta em si...

Mas sim o sentimento...

Todos nós amamos, erramos ou julgamos mal...

Todos nós já fizemos uma coisa quando o coração mandava fazer outra...

Então, qual a moral disso tudo?

Nem tudo sai como planejamos portanto, uma coisa é certa...

Não continue pensando em suas fraquezas e erros, faça tudo que puder para ser feliz hoje!




































segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Resposta a altura de um nordestino...QUÊ LIÇÃO, MINHA GENTE!!!!!!!!



CALEM A BOCA, NORDESTINOS!


A eleição de Dilma Rousseff trouxe à tona, entre muitas outras coisas, o que há de pior no Brasil em relação aos preconceitos. Sejam eles religiosos, partidários, regionais, foram lançados à luz de maneira violenta, sádica e contraditória.
Mas a motivação para que esse texto fosse escrito foi a celeuma causada na internet, que extrapolou a rede mundial de computadores, pelas declarações da paulista, estudante de Direito, Mayara Petruso, alavancada por uma declaração no twitter:


"Nordestino não é gente. Faça um favor a SP, mate um nordestino afogado!".

Infelizmente, Mayara não foi a única. Vários outros “brasileiros” também passaram a agredir os nordestinos, revoltados com o resultado final das eleições, que elegeu a p rimeira mulher presidentE ou presidentA.


E fiquei a pensar nas verdades ditas por estes jovens, tão emocionados em suas declarações contra os nordestinos. Eles têm razão!
Os nordestinos devem ficar quietos! Cale a boca, povo do Nordeste!


Que coisas boas vocês têm pra oferecer ao resto do país?


Ou vocês pensam que são os bons só porque deram à literatura brasileira nomes como o do alagoano Graciliano Ramos, dos paraibanos José Lins do Rego e Ariano Suassuna, dos pernambucanos João Cabral de Melo Neto e Manuel Bandeira, ou então dos cearenses José de Alencar e a maravilhosa Rachel de Queiroz?


Só porque o Maranhão nos deu Gonçalves Dias, Aluisio Azevedo, Arthur Azevedo, Ferreira Gullar, José Louzeiro e Josué Montello, e o Cear� � nos presenteou com José de Alencar e Patativa do Assaré e a Bahia em seus encantos nos deu como herança Jorge Amado, vocês pensam que podem tudo?


Isso sem falar no humor brasileiro, de quem sugamos de vocês os talentos do genial Chico Anysio, do eterno trapalhão Renato Aragão, de Tom Cavalcante e até mesmo do palhaço Tiririca, que foi eleito o deputado federal mais votado pelos... pasmem... PAULISTAS!!!


E já que está na moda o cinema brasileiro, ainda poderia falar de atores como os cearenses José Wilker, Luiza Tomé, Milton Moraes e Emiliano Queiróz, o inesquecível Dirceu Borboleta, ou ainda do paraibano José Dumont ou de Marco Nanini, pernambucano.


Ah! E ainda os baianos Lázaro Ramos e Wagner Moura, que será eternizado pelo “carioca” Capitão Nascimento, de Tropa de Elite, 1 e 2.


Música? Não, vocês nordestinos não poderiam ter coisa boa a nos oferecer, povo analfabeto e sem cultura...


Ou pensam que teremos que aceitar vocês por causa da aterradora simplicidade e majestade de Luiz Gonzaga, o rei do baião? Ou das lindas canções de Nando Cordel e dos seus conterrâneos pernambucanos Alceu Valença, Dominguinhos, Geraldo Azevedo e Lenine? Isso sem falar nos paraibanos Zé e Elba Ramalho e do cearense Fagner...


E Não poderia deixar de lembrar também da genial família Caymmi e suas melodias doces e baianas a embalar dias e noites repletas de poesia...


Ah! Nordestinos...


Além de tudo isso, vocês ainda resistiram à escravatura? E foi daí que nasceu o mais famoso quilombo, símbolo da resistência dos negros á força opressora do branco que sabe o que é melhor para o nosso pa ís? Por que vocês foram nos dar Zumbi dos Palmares? Só para marcar mais um ponto na sofrida e linda história do seu povo?


Um conselho, pobres nordestinos. Vocês deveriam aprender conosco, povo civilizado do sul e sudeste do Brasil. Nós, sim, temos coisas boas a lhes ensinar.


Por que não aprendem conosco os batidões do funk carioca? Deveriam aprender e ver as suas meninas dançarem até o chão, sendo carinhosamente chamadas de “cachorras”. Além disso, deveriam aprender também muito da poesia estética e musical de Tati Quebra-Barraco, Latino e Kelly Key. Sim, porque melhor que a asa branca bater asas e voar, é ter festa no apê e rolar bundalelê!


Por que não aprendem do pagode gostoso de Netinho de Paula? E ainda poderiam levar suas meninas para “um dia de pri ncesa” (se não apanharem no caminho)! Ou então o rock melódico e poético de Supla! Vocês adorariam!!!


Mas se não quiserem, podemos pedir ao pessoal aqui do lado, do Mato Grosso do Sul, que lhes exporte o sertanejo universitário... coisa da melhor qualidade!


Ah! E sem falar numa coisa que vocês tem que aprender conosco, povo civilizado, branco e intelectualizado: explorar bem o trabalho infantil! Vocês não sabem, mas na verdade não está em jogo se é ou não trabalho infantil (isso pouco vale pra justiça), o que importa mesmo é o QUANTO esse trabalho infantil vai render. Ou vocês não perceberam ainda que suas crianças não podem trabalhar nas plantações, nas roças, etc. porque isso as afasta da escola e é um trabalho horroroso e sujo, mas na verdade, é porque ganha pouco. Bom mesmo é a menina dei xar de estudar pra ser modelo e sustentar os pais, ou ser atriz mirim ou cantora e ter a sua vida totalmente modificada, mesmo que não tenha estrutura psicológica pra isso... mas o que importa mesmo é que vão encher o bolso e nunca precisarão de Bolsa-família, daí, é fácil criticar quem precisa!


Minha mensagem então é essa: - Calem a boca, nordestinos!


Calem a boca, porque vocês não precisam se rebaixar e tentar responder a tantos absurdos de gente que não entende o que é, mesmo sendo abandonado por tantos anos pelo próprio país, vocês tirarem tanta beleza e poesia das mãos calejadas e das peles ressecadas de sol a sol.


Calem a boca, e deixem quem não tem nada pra dizer jogar suas palavras ao vento. Não deixem que isso os tire de sua posição majestosa na construção desse povo maravilhoso, de tantas cores, sotaques, religiões e gentes.


Calem a boca, porque a história desse país responderá por si mesma a importância e a contrib uição que vocês nos legaram, seja na literatura, na música, nas artes cênicas ou em quaisquer situações em que a força do seu povo falou mais alto e fez valer a máxima do escritor: “O sertanejo é, antes de tudo, um forte!”


Que o Deus de todos os povos, raças, tribos e nações, os abençoe, queridos irmãos nordestinos! LEMBREM-SE, ANTES DE SERMOS NORDESTINOS, SOMOS FILHOS DE DEUS! "NAMASTÊ!"

sábado, 20 de novembro de 2010

Amor pra mim [também] é isso...

Pra mim o amor também é loucura e liberdade. É fazer por instinto. Viver por instinto. Com a certeza de que estarás lá, sem controle, incondicionalmente a cometer as minhas loucuras, a sorrir com os meus lábios, a ver com os olhos que são nossos, e a ouvir as minhas gargalhadas que te arrepiam. O amor é isto. É ser livre em paixão. É elevar os sentidos ao limite. É fundir a pele e alma e agir sem reagir. Sem ordem nem lei. O amor, para mim é selvagem. É loucura. É intensidade. É paz. Equilíbrio. Base. Estruturação. Certeza do que é certo, só o próprio amor.
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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Sentimento ou fraqueza?


Qual a dificuldade de demonstrar seus sentimentos? Será que quando os expomos, abrimos uma fenda na nossa armadura? Será que, nesses casos, agimos como super-heróis que não podem demonstrar amor com medo do vilão ferir o ser amado?



Sei lá! Mas comecei a pensar nisso depois que pegar ônibus com alguns adolescentes que comentavam sobre um exercício de português onde tinham que fazer uma poesia... Quer forma mais simples de demonstrar sentimento (seja bom ou ruim) do que através de poesia? Pois é, entre eles tinha um garoto que respondeu o seguinte: “Nem fiz, depois iam ficar me ‘zuando’...” Ahã!


Alguém zuou o Fernando Pessoa ou qualquer um dos seus heterônimos. Vem me dizer que o Chico Buarque é mais fraco por escrever sobre o que sente. Eu, por ser muito platônica, sempre evitei demonstrar de forma direta meus sentimentos, mas quando tinha qualquer oportunidade de demonstrar anonimamente o que sentia eu usava e abusava. Até que percebi que não era pecado algum falar que ama alguém, chorar quando ouço uma música que toca lá no fundo, levar uma flor para alguém que merece, ou seja, demonstrar que sente alguma coisa por alguém, seja sua mãe ou o amor da sua vida.

“Sentir” é estar vivo, e viver é se arriscar. E vocês já viram algum herói que não se arriscou?
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