segunda-feira, 17 de outubro de 2011


"Todo mundo sente medo, sente dor, tenta consertar o que não tem conserto, carregamos marcas que não se apagam, ausências que fazem doer o peito. Mas ainda é possível ouvir estrelas. Deixar que nossa luz nos oriente. Ainda podemos rir como se a alegria fosse nosso melhor adereço.
Acredito que pés descalços é o luxo da alma. Que estar perto é menos físico que a gente pensa. Que olhos falam, palavras estragam, e silêncio grita. Que a gente quer amar pra sempre, abrir o peito, recitar poema, sem se preocupar com o que os outros pensam. Sei que o que mais vale a pena é chamado de coisa pequena, que vira importante quando a gente deixa de achar que é grande."

(Renata Fagundes)
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QUE O AMOR OCUPE SEMPRE A NOSSA CASA......

"Mandei uma carta de despejo para todos os sentimentos pequenos e desnecessários. Não, eu não sou boazinha, nem mereço uma medalha. É que quando o amor ocupa nossa casa, não sobra espaço pra mais nada."
(Renata Fagundes)
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MEU CORAÇÃO.......
"Meu coração se transforma a cada experiência.
Mas ainda palpita, sobressalta e se assusta.
Ainda é vulnerável como quando eu tinha dez anos."

(Lya Luft)
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Tenho meus limites... O primeiro deles é meu amor-próprio.
(Brena Braz)

Meu sol particular

Que valor incalculável possui aquelas pessoas que nos conseguem dar fé.
Camila Lourenço

Qualquer palavra que eu dissesse quebraria o encanto do momento. Tinha um sol nascendo na minha frente e eu não poderia perder.

Não eram dias nem lindos, nem tristes. Eram dias. E tudo corria bem sem nada de bom realmente enfeitando. Até que aquele sol fez borboletas dançarem no meu estômago e trouxe um capítulo para aquele livro cheio de prefácios que tinha se tornado minha vida.


A despretensiosidade daquele sol, nascendo bem ali, orquestralmente na minha frente dava a tudo um tom diferente e mais vivo.

E foi iluminada por aquele sol, que me atirei pra vida. Ciente que o medo não me abandonaria, usei-o como trampolim. Porque medo ou nos trava ou nos empurra, e dessa vez, resolvi fazer o meu me empurrar, pra vida.

Sem saber se aquele sol nascia pra ficar, ciente da ausência de promessas a serem cumpridas, tomei posse da única coisa que realmente nos pertence:"o agora".

Sabe-se lá que fim levaria aquele voo livre que aquele sol tinha me incentivado a fazer. Sabe-se lá do amanhã, do chão e de tantas outras coisas.

Se para o planejamento do que que não se sabe eu havia perdido um bom tanto de sorrisos meus e de outros pelo caminho, dessa vez resolvi fazer diferente. Não planejei, não arquitetei. Fui. Aquele sol que nasceu quando ele sorriu, me salvou, e através dele, me perdi de novo. Mas pouco importa o quão perdida eu pudesse estar, pela primeira vez, por não saber como pode ser o caminho, o coração voava feliz, por enfim poder ser o que quisesse ser, se quisesse ser.

Foi o brilho daquele sorriso que me libertou. E foi naquele sol que nasceu quando ele me sorriu, que floresci, pra vida e pra mim.
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Elefante é o que você carrega nas costas cada vez que decide colocar uma armadura pra ser proteger do mundo.

Jiló é o que você engole quando não admite saudade.

Isopor é seu alimento da tarde quando ser raso é sua decisão.

E solidão o seu destino quando crê que as pessoas são espinhosas demais para caber no seu abraço.
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A

minha
quietude
é
armazenamento

de
força
e
sabedoria...

sábado, 15 de outubro de 2011

"Todo coração de mulher balança entre a certeza e a insegurança."



"É de minha responsabilidade não ficar triste, não deixar ninguém me magoar, não deixar que nada de ruim me aconteça."
Martha Medeiros
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"Eu me perguntei porque quando mais precisamos de nós mesmos, geralmente mais nos faltamos. Que estranha escolha é essa, que faz a gente alimentar os abismos, quando mais precisa valorizar as próprias asas. "
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Sessão de terapia de grupo:


Quatro pacientes estão reunidos numa sala, com o seu terapeuta. O terapeuta pede que eles se apresentem e que digam qual é a sua atividade, comentando por que a exercem.



O primeiro diz:


- Me chamo Francisco. Sou médico porque me agrada tratar da saúde das pessoas.


O segundo se apresenta:


- Me chamo Ângelo. Sou arquiteto porque me preocupa a qualidade de vida das pessoas.


A terceira fala:


- Meu nome é Maria e sou lésbica. Sou lésbica porque adoro peitos e bundas femininas.


O quarto, um mineirinho, diz:


- Sô Tunico e inté gorinha achava qui era pedrêro, mais cabei de discubri qui sô é lésbico...
 
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domingo, 9 de outubro de 2011


"Que a cada manhã a sua coragem acorde bem juntinho de você, sorria pra você, e o convide para viverem uma história toda nova, apesar do cenário aparentemente costumeiro.

Que tenha saúde no corpo, saúde na alma, saúde à beça."
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"O único dom que me salva é a distração.



Ela preserva minha sanidade."
(Markus Zusak)
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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

"Sou o que estou. Mas prometo melhorar..."


Título: Solange Maia
Tudo em mim começa com um silêncio, um motivo e um passo. Tudo começa em mim. E tenho me findado antes do tempo, antes do beijo, antes de querer ir. Começo a acreditar nessa nossa descrença por perguntas insistentes, diálogos uniformizados e ângulos únicos. E venho lapidando um pouco mais as minhas decisões. E repito que não sei por quanto tempo eu consegui ficar de fora observando, medindo, calculando distâncias e regulando chateações. Não sei por quanto tempo eu conseguir ficar de fora, entendendo só com o coração. Sei que agora eu preciso, ou melhor, eu quero não estar tão solta, tão boba, tão rara. Quero ser possível, ficar rente e encostar a língua no tempo pra entender o gosto dessa pressa que já não cabe, o quanto de mim estar ali, aqui e em qualquer lugar. Quero entender o meu limite, saber o momento em que eu posso aceitar tantos desencontros e decepções. É. Estou aceitando todas as minhas febres. Aceito que ainda não sei dar espaços e acredito - na contramão de todas as circunstâncias - que, pensar que lá na frente a gente se entende, que a gente se cuida, que a gente se sente, que a gente se bate: salva. Por muito tempo eu fui uma mulher de muitas respostas e poucos atrasos. Já deixei passar, fingia que não via, que não sabia, que não queria. Já andei com os minutos adiantados. Já peguei muitos atalhos. Minimizei tantos erros. E recolhi inúmeras vontades. Por preguiça ou receio. Por não assumi sentimentos ou por qualquer outro motivo, engoli muitos sapos. Mas agora eu só quero um sinal de qualquer coisa que não queira ir além do meu instante. Aceito qualquer coisa que dure, no meu tempo. Aceito qualquer coisa que dure. Qualquer coisa. 

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Não há tempo para a monotonia do previsível. Há tempo para o trabalho. E tempo para o amor. Isso nos toma todo o tempo.
[Coco Chanel]