segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Sou mortal, sujeita a erros, graças a Deus
Sou repleta de sonhos e todos os dias cuido de regar cada um deles
Amo sem medidas, despejo bons sentimentos
Não me acostumo com negligência e sou avessa a ausências
Não partilho da intolerância e nem de fanatismos
Vou a luta, se preciso, por um amor
Me entrego imparcial ( ..talvez, seja esse o meu mal...)
Mas também sei voltar, quando o amor que receber não mais me bastar
Aprendi a escutar e entender o vão das palavras
E me proteger, de alguma forma, em territórios alheios
Posso sofrer, por vezes, de incoerência, mas nunca de inconsciência
Respeito alguns limites necessários, e extrapolo os válidos.
Não vivo apoiada em aparências
Mas sobrevivo, sem vacilar, e pretendo continuar erguida, mesmo durante as minhas impermanências.
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"Depois que descobri em mim mesma

como é que se pensava,

nunca mais pude acreditar

nos pensamentos dos outros... "

¬ Clarice Lispector ¬
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Amar é não saber por que, mas é saber por quem.
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